PT, PCdoB e PSOL anunciam boicote à posse

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Derrotados no segundo turno da eleição, PT, PSOL e PCdoB anunciaram que suas bancadas no Congresso não participarão da cerimônia de posse de Jair Bolsonaro, na terça-feira.

O PT, apesar de reconhecer o resultado das eleições, afirmou que elas foram marcadas por falta de lisura.

O PT também não  comparecerá à posse de Bolsonaro, por não “compactuar com o ódio”. Para o PSOL, não há o que comemorar.

Em 2014, PSDB e DEM não compareceram à posse de Dilma Rousseff.

Crise provoca ocupação recorde com informais

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Fonte: Folha

Por necessidade, pessoas aceitam emprego sem carteira ou com salário menor; desempregados são 12,2 mi.

O mercado de trabalho encerra 2018 com 93,1 milhões de pessoas ocupadas, um recorde, mas também com 12,2 milhões de desempregados, de acordo com o IBGE.

O aparente paradoxo é marca da recessão econômica que o país custa a superar.

A crise que fechou perto de 4 milhões de vagas com carteira assinada em quatro anos levou ao mercado, para atuar na informalidade, gente que antes não precisava. Caso de quem parou de estudar pela necessidade de trabalhar.

O trabalhador em posto de qualidade inferior é incluído na população ocupada, o que explica o recorde.

Uma informalidade ainda muito ligada ao ambulante ou ao motorista de aplicativo,

Os sem-carteira somaram 11,7 milhões em novembro, pico da série iniciada em 2012.

Já os postos com carteira assinada atingiram o menor nível: 32,9 milhões de pessoas.

Temer inicia processo para nova abertura da economia

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Imposto de importação deve cair de 14% para 4% em 4 anos para bens de capital, informática e telecomunicações.
A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a redução gradual das alíquotas das tarifas de importação de bens de capital, informática e telecomunicações.

Na prática, a medida significa a retomada do processo de abertura comercial, interrompido na década de 1990 – e é uma promessa de campanha de Jair Bolsonaro.

A  alíquota média cairá dos atuais 14% para 4% em quatro anos. Bens de capital e de informática são insumos para todos os setores, o que significa que a medida pode beneficiar todos os segmentos da economia, que terão acesso a máquinas mais baratas.

A resolução também deve forçar essas indústrias a serem mais competitivas.

Para entrar em vigor, a redução das alíquotas deve ser referendada na próxima reunião da Camex, já sob o comando do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Menos de 1% dos municípios reformaram Previdência

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No caos da irresponsabilidade fiscal, a reforma da previdência avança a passos muito lentos, comprometendo o equilíbrio fiscal dos diversos níveis de governos e o futuro das novas gerações.

Um pais acostumado a jeitinho, um espiríto paternalista

Apenas 57 municípios fizeram mudanças na Previdência até agora, menos de 1% do total de prefeituras. São Paulo, que nesta semana elevou a contribuição de inativos de 11% para 14%, foi apenas a segunda capital, depois do Recife, a promover mudanças para tentar diminuir o déficit. O Rio não planeja alterações.

Na contramão de emergentes, Bolsa fecha ano em alta de 15%

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Em ano de turbulência global, com guerra comercial e desaceleração da economia da China, a Bolsa brasileira se descolou dos mercados internacionais.

O Ibovespa fechou ontem a última sessão do ano em alta, com ganhos de 2,8%, aos 87.887,26 pontos.

Com isso, terminou 2018 com valorização de 15%, na contramão dos principais índices do mundo e de emergentes como Chile e México.

Auxílio-moradia faz Assembleias gastarem R$ 12 mi

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Na festa dos maus exemplos, Assembleias Legislativas estaduais gastam cerca de R$ 12,4 milhões por ano com o auxílio-moradia pago a deputados.

Não bastassem os Juízes e promotores fazendo dessa prática por anos, uma forma ilícita de aumento de salários, os políticos estaduais também se fartam ilegalmente.

O benefício, que pode chegar a R$ 5.000 mensais, é concedido em 9 dos 26 estados e, em alguns casos, aplica-se a políticos que possuem imóvel próprio.

‘Plano dos 100 dias’ no governo Bolsonaro

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Futuro presidente anunciou que vai fixar uma prioridade por ministério, revisar atos de Temer e enviar pacote ao Congresso.

Bolsonaro precisará mostrar serviço rápido, as inúmeras críticas feitas em sua campanha e o estilo de apontar erros trouxeram forte expectativa aos seus escolhidos para compor o governo e aos primeiros dias de sua gestão.

O estilo criticas por criticas terá que ser substituídos por críticas com alternativas e ações, Bolsonaro passará de estilingue a vidraça.

Um documento elaborado pela equipe de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro, definiu prazos e prioridades para os primeiros cem dias do novo governo.

Entre as medidas estão revisar todos os atos dos últimos 60 dias da gestão Temer, nomear para os principais cargos de primeiro escalão em dez dias, rever subsídios, mandar um pacote legislativo ao Congresso e escolher uma ação prioritária por pasta.

Governo Temer chega ao fim com rejeição em queda

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Fonte: Folha de S. Paulo

Avaliação ruim ou péssima recua para 62% após os 82% de junho, recorde negativo registrado pelo Datafolha

Presidente mais impopular desde a redemocratização, Michel Temer (MDB) vê melhora na avaliação de sua gestão no fim do mandato.

Seu governo é considerado ruim ou péssimo por 62% dos entrevistados, regular para 29% e bom ou ótimo para apenas 7%, aponta o Datafolha.

Em junho, após a paralisação dos caminhoneiros, a rejeição era de 82%. O desempenho de Temer é o pior desde 1989, com exceção dos presidentes que sofreram impeaehment.

Fernando Collor foi mal avaliado por 68% dos entrevistados. Dilma Rousseff, a quem Temer sucedeu, por 63%.

Na comparação com Dilma, 44% consideram a gestão do emedebista pior; para 20%, melhor; e 34% acreditam que foram iguais.

O levantamento verificou ainda que “corrupção” é a palavra mais associada ao Brasil, como já havia ocorrido em 2017.

As menções positivas ao país cresceram de 8% para 22%. “Melhoria” e “mudança” (4% cada) foram as mais citadas. (Poder A4)

Sem foro, o presidente Temer terá três denúncias remetidas à primeira instância.

Pente-fino nos últimos 60 dias de Temer

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, determinou uma revisão geral nos contratos e atos dos últimos dois meses de mandato de Michel Temer e equipe.

Entre as medidas previstas no texto estão “encaminhar proposta de possíveis decretos e leis que devam ser revogados” e “reformular, quando necessário, o planejamento estratégico do órgão”.

O objetivo é verificar se as medidas tomadas no fim do governo estão de acordo com compromissos e metas da nova gestão.

A ordem é uma das prioridades da Agenda de Governo e Governança Pública, entregue aos futuros ministros em Brasília.

Há mais de um mês cuidando da transição, Bolsonaro e seus indicados, ainda não conseguiram ter uma ideia do governo do Temer? Ao longo da transição não acompanhou os atos do atual presidente?

Há um protocolo de transição que vem sendo cumprido. Esse anuncia, mais do que passar a mensagem de que o Governo Temer precisará ser auditado, passa questionamentos sobre o trabalho da equipe de transição.

Após entrevista ao SBT, Queiroz afirma que fará cirurgia

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A defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, entregou ao Ministério Público atestados que comprovam a necessidade de “cirurgia urgente”. Ele só prestará depoimento após receber aval médico.

Será que houve aval médico para a entrevista ao SBT?

Queiroz se esforça e faz malabarismo para evitar o Ministério Publico (MP). Se suas explicações não convencerem, o governo de Jair Bolsonaro iniciará com relativo desgaste, podendo sofrer abalos e ter a imagem de político diferente, projetada durante a campanha, arranhada.